Oi. Olá. Bom Dia. Boa tarde. Boa noite. Realmente não sei. Mas que bom que você veio! Espero que você entenda tudo o que quero transmitir em meus textos. Espero que você compartilhe do doce que escorrem entre cada letra, palavra e parágrafo por aqui! É tudo meio-que-pessoal mesmo. Bem-vindo ao meu Inferninho Pessoal!
sábado, 23 de abril de 2011
Nós reclamamos muito. Temos tudo o que precisamos: Casa, comida… E ainda choramos por ter brigado com a mãe, ou por um amor não correspondido. Eu sei que essas coisas são tristes, mas pensa no que as outras pessoas estão passando. Algumas estão lá no Japão, sem casa, ou sem pessoas da família, por causa de um tsunami. Outras estão ali no Rio de Janeiro, chorando porque perderam seus filhos/filhas que estavam na escola, e um psicopata matou seus bens mais preciosos. Tem algumas que estão na prisão. Ou nas ruas, mendigando comida. Tem pessoas que não sabem o que é uma vida. E eu sei, pois eu posso chorar, amar, sorrir, brincar, eu posso ser feliz. Eu quero ser feliz. Mas eu fico perdendo meu tempo pensando em alguém que não pensa em mim. E fico chorando por isso. Sou idiota mesmo. Eu não sei o que é sofrer de verdade.
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