Oi. Olá. Bom Dia. Boa tarde. Boa noite. Realmente não sei. Mas que bom que você veio! Espero que você entenda tudo o que quero transmitir em meus textos. Espero que você compartilhe do doce que escorrem entre cada letra, palavra e parágrafo por aqui! É tudo meio-que-pessoal mesmo. Bem-vindo ao meu Inferninho Pessoal!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
sozinha
Ás vezes eu tenho vontade de fugir… De ir pra algum lugar calmo e que me traga paz. Um lugar que nada nem ninguém vai me atrapalhar, onde eu possa me refugiar de tudo e de todos. Simplesmente um cantinho só meu, decorado do meu jeito, com as coisas que eu gosto, com o cheiro que eu gosto. Não necessariamente um lugar fechado. Poderia ser uma praia, um bosque… Não importa. Eu só queria poder ir pra lá quando estivesse triste, e poder olhar para as nuvens, e pensar em tudo que está acontecendo; poder sentir o vento, e deixar que ele levasse todas as minhas preocupações; poder deitar na grama para organizar meus pensamentos. Um lugar diferente do que eu estou, do que eu vivo. Onde não tenha tanta pressão por causa de trabalhos, responsabilidades; que me deixasse imune ás dores de cabeça, de garganta, e as do coração, principalmente as do coração. Que não deixasse que eu pensasse no que me faz mal, no que faz com que eu perca a alegria do dia-a-dia. Onde não tivesse as pessoas que eu insisto em ver todo dia, que eu irrito todo dia. Um lugar pra mim.Que não tivesse amigos, família, colegas, professores… ninguém. O lugar em que eu choraria para aliviar meu coração. Que eu gritaria, o mais alto possível, como se os gritos levassem embora minha dor, minha angústia. Que toda vez que eu começasse a pensar no que me entristece, eu ouvisse o canto de um pássaro, ou o latido de um cachorro, que dispersasse aqueles pensamentos. Onde eu colocaria música alta,e dançaria sozinha, sem parecer louca.Que eu pudesse deitar á noite, sob as estrelas, e observá-las, como até hoje eu não tive tempo de fazer. Que eu pudesse acordar pra ver o nascer do sol, e o pôr do sol á tardinha. Poder observar os formatos das nuvens, sentir o cheiro de grama molhada. Talvez andar descalça na areia, e sentir o mar tocar meus pés.Onde choveria, e eu ficaria na chuva, a deixando lavar minha alma. Sozinha.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário